«Chamam-se a si próprios a geração à rasca, diplomados universitários com idades entre os 21 e os 30 anos que estão desesperados por começar uma carreira, ganhar um salário fixo e abandonar a casa dos pais», pode ler-se no artigo redigido pelo correspondente do Financial Times na cidade de Lisboa.
«O único trabalho que conseguimos é experiência de trabalho», diz a jovem de 29 anos entrevista pelo Financial Times, acrescentando ao jornal britânico que «as lutas de jovens na Tunísia, no Egipto e na Líbia ajudaram-nos a abrir os olhos».
Ao Financial Times, a jovem sublinha que não se pretende provocar uma revolução através das manifestações, apenas ter uma vida melhor.


