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Archive for 2011-03-06

Segundo novo balanço, ainda há 642 desaparecidos e 1.570 feridos.
Outros 160 podem ter sido atingidos por radiação, diz agência nuclear.

O número de mortos pelo terremoto de magnitude 8,9 seguido de um tsunami no Japão chega a 900, segundo o último balanço anunciado pela polícia neste domingo (no horário local).
A polícia nacional acrescentou ao balanço 642 pessoas desaparecidas e 1.570 feridos.pelo tremor que abalou a coista nordeste do país na véspera, gerando um devastador tsunami, que varreu partes da costa da ilha de Honshu. O número de vítimas, porém, ainda não é definitivo e pode, de acordo com estimativa do próprio governo, superar os mil mortos. A agência Kyodo fala em 1.700 mortos.
Militares encontraram entre 300 e 400 corpos no porto de Rikuzentakata, informou o Exército neste sábado. Em outra cidade portuária, Minamisanriku, havia cerca de 10 mil desaparecidos, segundo a TV local.
Acidente nuclear
Além da tragédia, aumentam os temores de que um acidente nuclear atinja a população, após a explosão em uma usina da cidade de Fukushima. O número de indivíduos expostos à radiação pode chegar a 160, disse um funcionário da agência japonesa de segurança nuclear.
mapa usina fukushima (Foto: Arte G1)(Editoria de Arte G1)
Nove pessoas já haviam mostrado uma possível exposição à radiação da usina, com base em informações de testes por parte das autoridades municipais e de outras fontes, e as estimativas das autoridades sugerem que este número poderia subir a algo entre 70-160, segundo o funcionário da central nuclear da Agência de Segurança Industrial e Nuclear, em entrevista coletiva.
Mais cedo, o operador da usina nuclear atingida pelo terremoto anunciou que o sistema de resfriamento de um outro reator não está funcionando e também corre o risco de explosão.
"Todas as funções de manutenção dos níveis de refrigeração do reator de número 3 falharam na usina número 1 de Fukushima", afirmou um porta-voz da empresa operadora, Tokyo Electric Power.
O governo japonês informou à Agência Internacional de Energia Atômica  das Nações Unidas que houve um início de aumento da radioatividade após um acidente em outro reator de Fukushima 1, mas que os níveis "vem diminuindo nas últimas horas".
De acordo com a AIEA, autoridades japonesas informaram que a explosão na central nuclear de Fukushima ocorreu fora do recipiente primário de contenção. "A empresa que opera a unidade, Tokyo Eletric Power, confirmou que o recipiente primário de contenção está intacto", diz um comunicado.
O acidente nuclear chegou a ser avaliado no nível 4 numa escala que vai até 7, segundo a Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão.
A explosão na usina foi decorrência do forte terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa do país na véspera, gerando um tsunami devastador e mais de cem fortes réplicas.
A preocupação em relação à possibilidade de contaminação nuclear persiste, apesar de o governo japonês ter tranquilizado a população em relação às consequências do desastre.
De acordo com a AIEA, o governo do Japão eu início à retirada de cerca de 140 mil pessoas da área próxima à usina. Estima-se que 110 mil pessoas já deixaram a área num raio de 20 km próxima a uma das usinas. 
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Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o acidente em Three Mile Island, nos EUA, em 1979, ficou no nível 5, e o de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, no grau 7 da INES (Escala Internacional de Eventos Nucleares).
Na escala, o nível 0 corresponde à ausência de anomalias, e o 7, a um acidente grave. No nível 4, o envento já pode ser considerado um "acidente".
A explosão que fez com que parte do prédio que comporta o reator número 1 derretesse. No entanto, o governo afirmou que o exterior do reator não foi danificado e pediu que a população local mantenha a calma.
Ainda assim, as autoridades ordenaram a retirada dos habitantes a um raio de 20 km da usina.
O porta-voz do Estado, Yukio Edano, acrescentou que a radiação no local havia "diminuído bastante" após a explosão.
Rússia se previne
O premiê da Rússia, Vladimir Putin, ordenou a verificação dos planos de emergência na zona oriental do país, após o incidente na usina japonesa, informou a agência de notícias Ria-Novosti.
O primeiro-ministro falou sobre o assunto numa reunião com o titular da Energia Igor Setchine, com o responsável pela agência russa de energia nuclear Rosatom, Serguei Kirienko, e que contou com a participação do vice-ministro das Situações de Emergência, Rouslan Tsalikov.
As autoridades russas, no entanto, mostram-se tranquilas em relação à possibilidade de poluição radioativa.
Contêineres varridos pelo tsunami neste sábado (12) na cidade de Sendai, bastante fetada pelo tsunami (Foto: AP)Contêineres varridos pelo tsunami neste sábado (12) na cidade de Sendai, bastante afetada pelo tsunami (Foto: AP)
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Resgate
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, informou que 50 mil militares se dedicarão aos trabalhos de resgate nas províncias afetadas do nordeste do país.
Cerca de 190 aviões e 25 navios já foram destacados para as tarefas de busca, nas quais forças americanas colaborarão com seus navios para o transporte de efetivos do Exército japonês.
Na província oriental de Iwate, algumas cidades foram varridas do mapa pelo tsunami originado pelo tremor.
Em Sendai, cidade com 1 milhão de habitantes que é capital da província de Miyagi, entre 200 e 300 pessoas se afogaram devido ao tsunami, e seus corpos estavam sendo recuperados, segundo a polícia local.
Segundo a "Kyodo", há pelo menos 3.400 edifícios destruídos no Japão devido ao terremoto, que causou ainda pelo menos 200 incêndios no território japonês.
Sétimo pior da história
O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado no Japão.
Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução.

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Depois de seis meses fora dos campos, o meia Paulo Henrique Ganso voltou aos gramados neste sábado (12) e precisou de apenas 30 segundos para mudar o jogo e ajudar o Santos a vencer o Botafogo-SP por 2 a 1, na Vila Belmiro, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Paulista.

Elano, após assistência de Zé Love, e o próprio Ganso, que aproveitou outro passe do atacante, anotaram os tentos santistas. Chicão descontou para o time do interior aos 45min do segundo tempo.

Com o resultado, o Santos alcançou os 28 pontos e vai dormir na liderança do Campeonato Paulista. O time tem o mesmo número de pontos do Palmeiras, que venceu o São Bernardo por 2 a 0, mas tem melhor saldo de gols (16 a 12).

Neste domingo (13), São Paulo e Corinthians - ambos com 25 pontos - encaram Santo André e Mirassol, respectivamente, e podem passar o time santista, caso vençam seus confrontos.

Na próxima rodada, o Santos pega o Bragantino fora de casa no sábado (19), enquanto o Botafogo-SP recebe o Paulista na mesma data.

O jogo 

O Santos dominou a posse de bola nos primeiros minutos de jogo e levava perigo ao gol do goleiro botafoguense Julio César com a bola parada de Elano, as arrancadas de Jhonatan pelo lado direito e os arremates de Neymar.

Enquanto isso, Diogo tentava acertar o meio-campo santista, mas cometia erros de passe e desagradava a torcida da casa. Mesmo assim, Neymar tentava se livrar da marcação para abrir o placar. 
Aos 35min, o atacante recebeu bola dentro da área e bateu colocado no canto. O goleiro só olhou, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora – o principal lance do Santos na primeira etapa.

Já o Botafogo-SP ameaçou o gol de Rafael só no fim da etapa inicial. Aos 45min, Túlio Souza pegou a defesa santista desarrumada, ficou cara a cara com Rafael, mas arrematou para fora.

Na segunda etapa, o técnico Marcelo Martelotte promoveu o retorno de Paulo Henrique Ganso aos gramados. Ele precisou de apenas 30 segundos de jogo para lançar o atacante Zé Love, que cruzou para Elano bater rasteiro e abrir o placar.

Em seguida, aos 10min, Zé Love chutou cruzado e Ganso escorou, dentro da pequena área, para ampliar: 2 a 0.

Com o resultado favorável, o Santos diminuiu o ritmo no segundo tempo e conservou o placar. Oas 38min, Neymar tentou deixar sua marca com chute cruzado, mas o goleiro Julio César impediu o terceiro gol.

Aos 45min, Chicão aproveitou sobra na área do Santos e diminuiu o placar: 2 a 1. O esboço de reação do Botafogo-SP parou por aí, já que não havia mais tempo no cronômetro.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 1 BOTAFOGO-SP

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 12 de março de 2011, sábado
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Braghetto
Assistentes: Mário Nogueira da Cruz e Carlos Augusto Nogueira Júnior
Assistentes adicionais: Philippe Lombard e Regildenia de Holanda Moura
Renda: R$ 310.160,30
Público: 12.134 pagantes
Cartões amarelos: Danilo e Durval (Santos); Chicão, Assis e Augusto (Botafogo-SP)
Cartão vermelho: Fernando Miguel (Botafogo-SP)

GOLS: SANTOS: Elano, a 1 minuto do primeiro tempo, e Paulo Henrique Ganso, aos 9 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO-SP: Chicão, aos 44 minutos do segundo tempo

SANTOS: Rafael; Jonathan (Pará), Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Danilo (Rodrigo Possebon), Elano e Diogo (Paulo Henrique Ganso); Neymar e Zé Eduardo
Técnico: Marcelo Martelotte (interino)

BOTAFOGO-SP: Julio Cesar; Augusto, Demerson e Gabriel; Dida (Fernando Miguel), Chicão, Túlio Souza, Assis (João Henrique) e João Vitor; Assisinho (Marcinho) e Anselmo
Técnico: Argel Fucks.

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Sem Kléber, time de Luiz Felipe Scolari faz 2 a 0 com gols de Danilo e Patrik.
O Palmeiras estreou na "casa nova" com vitória. Na tarde deste sábado (12), o Verdão fez 2 a 0 no São Bernardo, no Canindé, e chegou aos 28 pontos em 13 jogos, ao lado do Santos.
Sem o atacante Kleber, o Palmeiras contou com Marcos Assunção para chegar ao primeiro gol. Ele cobrou falta na cabeça do zagueiro Danilo, que, aos 24min do primeiro tempo, abriu o placar.
Aos 31min, dois garotos fizeram a diferença. Vinícius avançou pela ponta e cruzou para a área. Patrik dominou e chutou no meio do gol para fazer 2 a 0.
Com a vantagem no placar, o time do técnico Luiz Felipe Scolari só administrou o resultado para chegar à oitava vitória no Paulistão. Na quarta-feira (16) que vem, a equipe volta as atenções para a segunda fase da Copa do Brasil, quando enfrenta o Uberaba, fora de casa.
Neste sábado, o time foi a campo com duas alterações em relação à última partida: saíram Tinga e Luan para a entrada de Patrik e Vinícius. A intenção de Luiz Felipe Scolari era ver se Patrik rendereia, como titular, o mesmo que nas vezes em que entrou nas etapas finais.
O Palmeiras estreou na "casa nova" com vitória. Na tarde deste sábado (12), o Verdão fez 2 a 0 no São Bernardo, no Canindé, e chegou aos 28 pontos em 13 jogos, ao lado do Santos.
Sem o atacante Kleber, o Palmeiras contou com Marcos Assunção para chegar ao primeiro gol. Ele cobrou falta na cabeça do zagueiro Danilo, que, aos 24min do primeiro tempo, abriu o placar.
Aos 31min, dois garotos fizeram a diferença. Vinícius avançou pela ponta e cruzou para a área. Patrik dominou e chutou no meio do gol para fazer 2 a 0.
Com a vantagem no placar, o time do técnico Luiz Felipe Scolari só administrou o resultado para chegar à oitava vitória no Paulistão. Na quarta-feira (16) que vem, a equipe volta as atenções para a segunda fase da Copa do Brasil, quando enfrenta o Uberaba, fora de casa.
Neste sábado, o time foi a campo com duas alterações em relação à última partida: saíram Tinga e Luan para a entrada de Patrik e Vinícius. A intenção de Luiz Felipe Scolari era ver se Patrik rendereia, como titular, o mesmo que nas vezes em que entrou nas etapas finais.

Funcionou. Ainda que a equipe tenha encarado um fraco adversário e não tenha feito uma exibição de gala, o jovem armardor se destacou na criação de jogadas, ao lado de um Valdívia não muito inspirado, e apareceu com perigo até mesmo diante do goleiro Marcelo Pitol.

O primeiro gol da partida saiu em jogada iniciada por Cicinho. O lateral-direito arrancou em velocidade e foi puxado pela camisa, no bico direito da área. Marcos Assunção cobrou falta na segunda trave para Danilo desviar de cabeça para inaugurar o placar, aos 23min.

O segundo começou também na ponta direita, mas com Vinícius, que recuperou bola praticamente perdida, passou pela marcação e cruzou para trás, na área, aos 31min. Patrik, na altura da marca do pênalti, completou para o fundo das redes e aumentou a vantagem.

No intervalo, a comissão técnica resolveu sacar Valdívia, que deixou o gramado mancando, aparentemente com dores na coxa esquerda, a mesma em que apresentava uma fibrose que recentemente o tirou dos campos por cinco meses. Em seu lugar, entrou o volante Tinga. 
O amplo domínio do Palmeiras não se repetiu no segundo tempo. O técnico Estevam Soares abdicou do terceiro zagueiro, tirando Amarildo e promovendo a entrada do atacante Raul, e o São Bernardo então passou a chegar seguidas vezes, com perigo, próximo à meta de Deola.

Para alívio de Felipão e da torcida alviverde, que continuou fazendo festa no Canindé, o Palmeiras, embora não tenha mais assustado o goleiro Marcelo Pitol até o apito final do árbitro, conseguiu segurar o resultado positivo em "casa" diante da falha pontaria do time do ABC.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 SÃO BERNARDO

Local: Estádio do Canindé, em São Paulo (SP)
Data: 12 de março de 2011 (sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Welton Orlando Wohnrath (SP)
Assistentes: Fabio Luiz Freire e William Rogério dos Santos Turola
Assistentes adicionais: Ilbert Estevam da Silva e Carlos Roberto dos Santos
Cartões amarelos: Márcio Araújo (Palmeiras); Amarildo, João Leonardo e Dirceu (São Bernardo)
Gols: PALMEIRAS: Danilo, aos 23, e Patrik, aos 31 minutos do primeiro tempo

Público: 7.676 pessoas
Renda: R$ 201.630,00

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Danilo, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik e Valdivia (Tinga); Adriano (Chico) e Vinicius (João Vítor)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

SÃO BERNARDO: Marcelo Pitol; Leandro Camilo, Amarildo (Raul) e João Leonardo; Guto, Dirceu (Zé Forte), William Favoni (Moreno), Júnior Xuxa e Reinaldo; Danielzinho e Elionar Bombinha
Técnico: Estevam Soares


Fonte: http://esportes.r7.com/futebol/times/palmeiras/area-publica/noticias/palmeiras-estreia-em-nova-casa-com-vitoria-sobre-o-sao-bernardo-20110312.html

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TOKIO, Japão — Mais de 215.000 pessoas foram levadas para abrigos no norte e leste do Japão depois do violento terremoto seguido de tsunami que abalou o país, anunciou neste sábado a polícia nacional.
Esta cifra compreende mais de 100.000 pessoas da prefeitura de Fukushima, entre elas os 45.000 moradores retirados de um raio de 10 km em torno de duas usinas nucleares situadas nessa área.
O número de pessoas pode ser muito maior porque a polícia ainda não recebeu informações dos evacuados da prefeitura de Miyagi, uma das zonas que sofreu maiores danos humanos e materiais.
Milhares de pessoas continuam bloqueadas em prédios isolados pelas águas nessa localidade, segundo a prefeitura.

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O terremoto que atingiu o Japão nesta sexta-feira causando um tsunami no país deixou vários outros países em alerta para ondas gigantes. Um deles é o Chile, e o tsunami chegou fraco à costa chilena neste sábado. Apenas comportamento irregular das marés e algumas inundações nas zonas central e sul do país.

A Ilha de Páscoa, primeira atingida pelo tsunami, registrou aumento de 1,16 metro no nível do mar, conforme informou o ministro do Chile, Rodrigo Hinzpeter.

* As informações são da Agência Brasil.

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TÓQUIO - Um dia após o terremoto seguido de tsunami que devastou a costa leste do Japão, e em meio a uma sucessão de fortes réplicas do tremor, o governo lançou uma megaoperação de resgate e ajuda humanitária nas áreas mais afetadas, onde o número de mortos já passa de 600. Segundo a agência de notícias Kyodo News, a estimativa é de que o número de vítimas da tragédia pode chegar a 1.800, muitas delas afogadas.

Cerca de 200 a 300 corpos já foram encontrados nos rios que cortam Sendai, a cidade costeira mais próxima do epicentro, e outros 200 corpos foram transferidos para ginásios nas cidades de Iwanuma e Natori, na província de Miyagi. Segundo a rede de televisão japonesa NHK, 10 mil pessoas estão desaparecidas na cidade de Minamisanriku, também na província de Miyagi, no nordeste do Japão. Isto representa mais da metade da população local, calculada em 17 mil pessoas. A cidade foi muito atingida pela tsunami e ficou coberta de lama. A catástrofe deixou ainda cerca de 948 feridos ( Veja outras imagens dos resgates).

Todos os recursos disponíveis do Exército do Japão se mobilizaram para auxiliar nos trabalhos de resgate, especialmente nas províncias de Miyagi, Iwate e Fukushima, as mais atingidas. No entanto, as equipes de resgate têm dificuldade de chegar às zonas mais afetadas, onde o alerta de tsunami ainda está em vigor.

O premier Naoto Kan participou de reuniões de emergência na manhã deste sábado (horário local) e seguiu para as áreas do desastre - incluindo duas usinas nucleares que estão em estado de alerta por risco de vazamento de material radioativo.

- Nosso governo fará todos os esforços possíveis para assegurar a integridade e segurança das pessoas e também minimizar os estragos causados pelo terremoto - disse o premier à imprensa.

O alcance exato dos danos ainda é desconhecido. Balanços iniciais indicam que mais de 5 milhões de casas estão sem energia elétrica e ao menos 1.800 foram destruídas somente na região de Fukushima. Estima-se que 90% das casas na costa japonesa foram destruídas. Mais de 300 mil pessoas já foram evacuadas de suas casas. O número de prédios destruídos completa ou parcialmente subiu para 3.400. Quatro trens na área costeira entre as regiões de Miyagi e Iwate permaneciam desaparecidos, informaram as ferrovias japonesas. Não se sabe quantos passageiros estavam nos vagões.

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A Agência de Segurança de Energia Nuclear do Japão anunciou neste sábado que outro reator da usina de Fukushima --que já sofreu uma explosão-- está apresentando problemas em razão do terremoto que atingiu o país ontem.

De acordo com as informações, o sistema de resfriamento do reator 3 também parou de funcionar, o mesmo problema que causou a primeira explosão na usina. Agora, segundo uma autoridade da agência, a instalação terá que assegurar o suprimento de água para esfriar o reator.

Nesta madrugada, uma explosão destruiu o teto da instalação do reator 1, levantando temores sobre uma possível liberação de radiação na área. Apesar disso, o governo afirmou, mais tarde, que a explosão não afetou o núcleo do reator e que apenas uma pequena quantidade desses materias foi liberada.

Segundo a autoridade, há uma possibilidade de que pelo menos nove pessoas tenham sido expostar à radiação, de acordo com informações dos governos municipais e outras fontes.

A comissão reguladora nuclear dos Estados Unidos (NRC) anunciou, neste sábado, o envio de dois especialistas ao Japão, após a explosão.

"Temos alguns dos melhores especialistas neste campo trabalhando para a NRC e estamos prontos para ajudar em qualquer coisa", disse o presidente da comissão, Gregory Jaczko, em comunicado no qual anunciou o envio dos técnicos.

A NRC --agência que regula as usinas nucleares de uso comercial-- disse que os técnicos são especialistas em reatores nucleares de água fervente.

O governo do Japão afirmou nesta tarde que o nível de radiação emitido pela instação parece ter diminuído após a explosão, que produziu uma nuvem de fumaça branca. Mas o perigo foi grande o suficiente para que as autoridades jogassem água do mar no reator para evitar um desastre e ainda tirassem 140 mil pessoas da área.

A explosão destruiu o prédio que abrigava o reator, mas não o reator em si, o que evitou um desastre maior. "Eles estão trabalhando desesperadamente para encontrar uma solução para esfriar o núcleo do reator", afirmou Mark Hibbs, do Programa de Política Nuclear do Carnegie Endowment for International Peace.

A AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) confirmou a informação de que o reator não havia sido danificado, desmentindo especulações de que um acidente mais grave como o da central ucraniana de Tchernobil, pudesse ocorrer.

Para limitar o dano ao núcleo do reator, por causa do terremoto e posterior tsunami ocorrido no litoral japonês, a Tepco propôs que água do mar seja misturada com boro para ser injetada no recipiente primário de contenção, segundo o comunicado divulgado pela AIEA em Viena.

A AIEA acrescentou que esta medida foi aprovada pela Nisa (Agência de Segurança Nuclear e Industrial) e que o processo de injeção começou às 20h20 no horário local (8h20 de Brasília).

ESCALA

O acidente em uma central nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, após o forte terremoto que atingiu o país na sexta-feira, foi classificado como de nível 4 na Escala Internacional de Sucessos Nucleares, que vai de 0 a 7. A classificação é a terceira mais alta já concedida, ficando atrás apenas do acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979 (nível 5) e de Tchernobil, em 1986 (grau 7).

A classificação 4 qualifica acidentes "com consequências de alcance local", segundo documentos da AIEA (Agência internacional de Energia Atômica). Em 1999, o Japão havia registrado um acidente com a mesma classificação.

O termo anomalia é utilizado para o nível 1 e, incidente, para os níveis 2 e 3. O nível 4 é o pior até o momento no Japão, de acordo com a Agência japonesa de Segurança Nuclear e Industrial.

O reator Daiichi 1, ao norte da capital Tóquio, começou a vazar radiação depois que o terremoto de magnitude 8,9 causou um tsunami, prontamente levantando temores de um derretimento nuclear. O sistema de resfriação do reator nuclear falhou após os tremores, causando uma explosão que rompeu o telhado da usina.

As autoridades afirmam que os níveis de radiação em Fukushima estavam elevados antes da explosão. Em determinado momento, a usina estava liberando a cada hora a quantidade de radiação uma pessoa normalmente absorve do ambiente em um ano.

MORTOS

O país lida com a ameaça nuclear enquanto tenta determinar o alcance dos danos do terremoto, o mais poderoso de que se tem registro em território japonês, e do tsunami que devastou a região nordeste. O número oficial de mortos é de 686, mas o governo diz que a estatística pode ultrapassar 1.000.

O Japão mobilizou 50 mil soldados e outros socorristas, neste sábado, para trabalhar na ajuda aos sobreviventes. Foi mobilizado nas operações o conjunto das Forças Armadas japonesas, que desde a véspera já participa das operações com 300 aviões, 20 navios e destróieres e 25 caças de reconhecimento mobilizados para a costa leste do arquipélago, onde mais de 1.800 pessoas morreram ou estão desaparecidas.

Também chegavam ao Japão equipes internacionais, algumas das quais participaram recententemente das buscas por sobreviventes nas ruínas do terremoto de 22 de fevereiro em Christchurch, Nova Zelândia.

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A embaixada do Brasil no Japão registra a presença de 254 mil brasileiros lá, mas não há notícias de que algum deles esteja entre as vítimas do terremoto e tsunami que atingiram o país na última sexta-feira. Segundo a embaixada, a maioria vive ao sul do Japão, área que sofreu menos com o sismo.

A informação é baseada no último contato feito entre a embaixada e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), na manhã deste sábado. Para os brasileiros que queiram saber sobre os seus parentes no Japão, a embaixada está com um plantão atendendo por telefone ( 00 xx 81-3-3404-5211) e e-mail (comunidade@brasemb.or.jp).

Vale lembrar que o Japão continua com dificuldades em comunicação. Os celulares estão quase todos fora do ar e os telefones fixo funcionam de forma irregular, com falhas constantes.

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Sistema de emergência de reator parou de funcionar e corre o risco de explosão.

Um segundo reator nuclear da usina de Fukushima apresenta problemas no Japão, horas depois das autoridades vazarem material radioativo para conter a pressão em outro reator da central, usando água do mar para evitar um aquecimento excessivo e uma explosão com consequências trágicas. O complexo foi danificado pelo forte terremoto de 8,9 graus que atingiu o país nesta sexta-feira (11). As autoridades japonesas disseram à rede de TV CNN que há risco de explosão.
O porta-voz da Tokyo Electric Power, a empresa operadora, “todas as funções de manutenção dos níveis de refrigeração do reator de número 3 falharam na usina”.
Segundo o porta-voz, “por volta das 5h30 (de domingo, 17h30 de sábado, em Brasília), a injeção de água parou e na parte interna a pressão está subindo levemente", afirmou.
A operadora já emitiu um relatório de emergência para o governo, sobre as condições da usina.
Japão retira 200 mil pessoas da região
O governo japonês já retirou cerca de 200 mil pessoas que vivem nos arredores da central nuclear de Fukushima.
Segundo informações da Reuters, a Agência Japonesa de Segurança Nuclear e Industrial, 160 pessoas foram afetadas pela radiação, apesar do governo afirmar que os níveis de radiação estão baixando.
Acidente em primeiro reator é o pior desde Chernobyll
O vazamento ocorrido na central número 1 de Fukushima foi avaliado no nível 4, numa escala que vai até 7, anunciou a Agência Japonesa de Segurança Nuclear e Industrial. A empresa responsável pela usina teve de liberar vapor radioativo para evitar o aquecimento excessivo do reator, o que poderia determinar um acidente mais grave.
A classificação 4 qualifica acidentes que não acarretam riscos muito significativos fora do local, segundo documentos da Agência internacional de Energia Atômica (AIEA). O acidente em Fukushima é considerado o mais grave desde a explosão da usina de Chernobyl na Ucrânia. 
Em 1979, o acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, ficou no nível 5 e o de Chernobyl, em 1986, no grau 7.
A nuvem radioativa pode atingir a península Kamtchatka, na Rússia, em menos de 24 horas. A informação é de uma dirigente local do serviço de vigilância sanitária, citada pela agência de notícias russa Ria-Novosti.

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Numa cidade, cerca de dez mil pessoas estão incomunicáveis, temendo-se que possam estar mortas.

O sismo de 8,9 graus na escala de Richter que abalou o Nordeste do Japão na passada sexta-feira e ao qual se seguiu um tsunami devastador pode ter feito 1800 mortos, segundo avança a agência noticiosa nipónica Kyodo.

Entre os escombros, a lama e a destruição, as equipas de resgate continuam a contabilizar mortos. Os números oficiais contabilizam já 687 mortos, mas há sempre outras cifras a juntar-se a aumentar o número, como os 200 a 300 corpos não identificados que foram transferidos ddas prefeituras de Sendai e Miyagi.

Existe registo de 650 pessoas dadas como desaparecidas no registo policial, mas os números dão um salto de gigante quando em Minamisanriku - não há notícia de dez mil habitantes, cerca de metade da população da cidade.

Só durante o sábado mais de 50 réplicas foram sentidas no Japão. A agência Kyodo refere que existem três fogos de larga escala por ceder em zonas residenciais ¿ um dos quais com mais de um quilómetro de frente na prefeitura de Miyagi. Segundo a agência de incêndios, cerca de 3400 edifícios foram destruídos, dos quais 181 públicos, como escolas.

Nesta altura, existem 5.5 milhões de pessoas sem electricidade desde o sismo de sexta-feira à tarde (madrugada em Lisboa). E cerca de um milhão está sem água também.

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O acidente na cidade de Fukushima foi classificado como de nível 4 na Escala Internacional.
O número de pessoas expostas à radiação depois do acidente nuclear ocorrido no Japão neste sábado pode chegar a 160, segundo um funcionário da agência japonesa de segurança nuclear. O acidente aconteceu na central nuclear de Fukushima, depois que um forte terremoto atingiu o país na sexta-feira (11).

Nove pessoas já haviam mostrado uma possível exposição à radiação da usina, com base em informações de testes por parte das autoridades municipais e de outras fontes, mas as estimativas das autoridades sugerem que este número poderia subir a algo entre 70 e 160, disse o funcionário da Agência de Segurança Industrial e Nuclear, em entrevista coletiva.

Cerca de 140 mil pessoas já foram retiradas das áreas próximas a duas centrais nucleares no Japão. Em um raio de 20 quilômetros em torno de Fukushima Daiichi, estima-se que 110 mil pessoas tenham evacuado a área. Outras 30 mil, que vivem em um raio de 10 quilômetros de Fukushima Daini, também tiveram que deixar o local.

Autoridades afirmam que a contagem ainda não foi encerrada. A ação tem deseja prevenir que mais pessoas sejam expostas à radiação.

O governo japonês afirma que os níveis de radiação em torno da usina nuclear "diminuíram nas últimas horas". De acordo com a agência da ONU para energia nuclear, com sede em Viena, houve um aumento inicial desses níveis mais cedo, mas eles estão se reduzindo.

O acidente na cidade de Fukushima foi classificado como de nível 4 na Escala Internacional de Sucessos Nucleares, que vai de 0 a 7. A classificação é a terceira mais alta já concedida, ficando atrás apenas do acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979 (nível 5), e de Tchernobil, em 1986 (grau 7).

O reator Daiichi 1, ao norte da capital Tóquio, começou a vazar radiação depois que o terremoto de magnitude 8,9 causou um tsunami, prontamente levantando temores de um derretimento nuclear. O sistema de resfriação do reator nuclear falhou após os tremores, causando uma explosão que rompeu o telhado da usina.

IODO

Autoridades japonesas disseram neste sábado que o núcleo do reator estava intacto, e que água do mar seria jogada no reator que está vazando para resfriá-lo e reduzir a pressão na unidade, um comunicado que deve acalmar os temores de um acidente nuclear.

Especialistas disseram que é crucial assegurar que o recipiente de aço do reator não tenha sido afetado pela explosão ou pelo terremoto.

"Se o recipiente de pressão, que comporta de verdade o combustível nuclear... se ele estava para explodir, é basicamente o que aconteceu em Tchernobil, você terá uma liberação enorme de material radioativo," afirmou o professor Paddy Regan, físico nuclear da Universidade Surrey, no Reino Unido.

O governo do Japão avisou aos agentes de inspeção nuclear da ONU (Organização das Nações Unidas) que estão preparando uma distribuição de iodo às pessoas que moram perto das usinas nucleares afetadas , segundo a agência da ONU, em Viena.

O iodo pode ser usado para ajudar na proteção contra câncer na tireóide, para o caso exposição radioativa em um acidente nuclear.

Após o desastre de Tchernobil, milhares de casos de câncer de tireóide foram registrados em crianças e adolescentes, expostas no momento do acidente. Mais casos são esperados.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) anunciou ainda que o risco para a saúde pública do vazamento de radiação no Japão parece ser "muito baixo", mas que a rede da OMS de peritos médicos estava pronta para ajudar se for solicitado.

"Neste momento parece ser o caso que o risco para a saúde pública é provavelmente muito baixo. Entendemos que a radiação que escapou da planta é muito pequena em quantidade," disse o porta-voz da organização, Gregory Hartl.

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Tudo errado: Grêmio vai mal, perde em casa e tem até Renato expulso

Tricolor, com os reservas, leva 2 a 0 do Cruzeiro-Poa no Olímpico. Carlos Alberto, único titular em campo, leva cartão vermelho

por Alexandre Alliatti
Carlos Alberto Grêmio x Cruzeiro-RS (Foto: Ag. Estado)
Carlos Alberto não tem vitória e acaba expulso no
Olímpico (Foto: Ag. Estado)
 
Se fosse um sábado de chuva em Porto Alegre e os céus resolvessem despejar um único raio na cidade, ele cairia sobre o Olímpico. Deu absolutamente tudo errado para o Grêmio em seu primeiro passo na Taça Farroupilha, o retorno do Campeonato Gaúcho. Com a ressalva de que atuou com time reserva, o Tricolor teve rendimento abaixo do digerível, levou 2 a 0 do Cruzeiro em casa e ainda teve técnico e capitão expulsos. Foi um dia para esquecer.
Diego Torres, no primeiro tempo, e Almir, na etapa final, fizeram os gols da vitória do Cruzeiro, a sensação do estadual, que vinha de goleada de 8 a 0 sobre o Porto Alegre. O Grêmio teve apenas um dos seus habituais titulares em campo. E ele decepcionou. Carlos Alberto, com a braçadeira de capitão, acabou expulso na largada do segundo tempo.
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Com o resultado, o Cruzeiro se consolida na liderança do Grupo B do returno, com seis pontos em dois jogos. O Grêmio, com uma rodada de defasagem, segue zerado. O time de Renato Gaúcho volta a campo na quinta-feira, no Peru, contra o León de Huánuco, pela Libertadores. O próximo jogo tricolor pelo Gauchão é no domingo, diante do Porto Alegre. O Estrelado, no mesmo dia, visita o Inter de Santa Maria.
 
Se os cachorros fossem gremistas...
Em algum momento do primeiro tempo, os poucos milhares de gremistas que foram ao Olímpico devem ter cutucado seus pensamentos com uma pergunta: “O que cargas d’água eu estou fazendo aqui?”. Foi uma tarde de sábado com calor forte, daqueles que maltratam a paciência; o jogo, o primeiro do Tricolor no returno, não era lá dos mais importantes; a escalação foi quase totalmente reserva; e, o pior para eles, a atuação foi de doer.
Se os cachorros que acompanham os policiais na beira do campo fossem gremistas e entendessem alguma coisa de futebol, entrariam no gramado para morder os jogadores. O desenho defensivo do Grêmio foi um rabisco, e a produção ofensiva não passou de um conjunto vazio nos primeiros 45 minutos. Até houve uma ou outra chance de gol, mas nada capaz de tirar o bocejo impregnado na alma dos corajosos gremistas que se animaram a ir ao estádio. Renato Gaúcho, na beira do campo, quase entrou em surto com a má jornada de seus reservas.
O Tricolor começou o jogo dando a falsa impressão de que iria bem. O garoto Emerson, melhor figura azul no primeiro tempo, recebeu pela esquerda e encobriu o goleiro do Cruzeiro logo com dois minutos de partida. A zaga estrelada cortou a bola antes que ela entrasse. Desvio de cabeça de Carlos Alberto, gol perdido por Diego Clementino e conclusão torta de Maylson se sucederam como raras chances para o Grêmio.
O Cruzeiro foi mais efetivo. Em uma aula de contra-ataque, com troca de passes rápidos, objetivos, sempre na vertical, os visitantes alcançaram o gol aos 32 minutos da etapa inicial. A conclusão foi de Diego Torres, olhos nos olhos com o goleiro Matheus, que antes já havia evitado chance clara, nos pés de Jô.
Talvez por culpa do calor, o Grêmio teve problemas técnicos no primeiro tempo. Maylson não se encontrou na lateral direita, Vinícius Pacheco pouco fez no meio, Diego Clementino e Wesley mal deram sinal de vida no ataque. O Cruzeiro, mesmo sem o controle da bola na maior parte do período, foi um time mais condensado, com jogadas volumosas, com compreensão de movimentos. Encerrada a etapa inicial, o Tricolor não tinha do que reclamar: era reagir ou assimilar a derrota.
 
Era ruim, ficou pior
Veio o segundo tempo, e piorou o panorama gremista na partida. Carlos Alberto, que já tinha cartão amarelo por falta cometida na etapa inicial, tentou cavar pênalti, foi novamente advertido e acabou expulso. Renato Gaúcho, revoltado, invadiu o campo, bronqueou com o árbitro quase nariz com nariz e também foi excluído da partida - ainda ficou alguns minutos no banco, mas depois teve que rumar para o vestiário.
A situação esquentou o time do Grêmio, que teve, no intervalo, as entradas de Saimon e Mateus Magro nos lugares de Mário Fernandes e Vinícius Pacheco. Curiosamente, a reação foi positiva, e o Tricolor deu sinais de que poderia empatar a partida. Neuton fez ótima jogada pela esquerda e quase forçou o goleiro Fábio a engolir frango. A bola saiu rente à trave.
Mas aí pesou a vantagem numérica do Cruzeiro. Matheus voltou a fazer grande defesa, em conclusão de Diego Torres dentro da área. Mas o goleiro não pode pegar todas. Após ótima triangulação, Almir completou para o gol aos 17 minutos. O Estrelado fazia 2 a 0 no Olímpico.
O Grêmio correu o risco de padecer com um resultado ainda pior. O Cruzeiro seguiu insinuante e chegou a acertar o travessão de Matheus. O time da casa, fragilizado, não teve forças para reagir. Acabou engolido por uma derrota em um daqueles dias em que nada dá certo.
Sorte que não houve raios em Porto Alegre. E que os cachorros que acompanham os policiais não entendem nada de futebol...
 
Fonte: http://www.globoesporte.com/

 
 

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Técnico procura sinais de radiação em garoto que morava próximo à Fukushima
Quando se pensa em acidentes nucleares, logo vêm à mente as tragédias de Three Mile Island, ocorrida nos Estados Unidos em 1979, e de Chernobyl, na Ucrânia em 1986.
Nos dois casos, os acidentes foram causados por um superaquecimento no reator. A questão agora é saber se a mesma coisa aconteceu na usina japonesa Fukushima Daiichi, que sofreu uma explosão após ser atingida pelo terremoto desta sexta-feira.
Aparentemente, o reator foi fechado muito antes da fusão, o que reduziria drasticamente o rico de material radioativo ter vazado para o meio ambiente.
No entanto, o fato de autoridades terem detectado césio radioativo do lado de fora da usina pode indicar que o centro do reator nuclear pode ter sido exposto à atmosfera.
Apesar de o Japão ter um programa nuclear bem sucedido, as autoridades não têm sido completamente honestas sobre alguns incidentes no passado, o que significa que a garantia oficial (de que não houve vazamentos nucleares sérios) dificilmente vai convencer as pessoas dessa vez.
Chaleira
Pode-se comparar o centro de um Reator de Água em Ebulição (BWR, na sigla em inglês), como o da usina Fukushima, como uma versão gigante dos componentes de uma chaleira elétrica. Eles ficam lá, submersos, esquentando.
A água o resfria e carrega o calor – normalmente na forma de vapor – para que seja usado para movimentar turbinas e gerar eletricidade.
Se o fluxo de água é interrompido, começam os problemas. O centro do sistema esquenta demais e é preciso de mais água para gerar o vapor.
Esse vapor provoca uma imensa pressão dentro do reator – um grande container vedado – e se esse centro de metal fica quente demais, ele pode derreter e até pegar fogo.
Mas, em teoria, a radiação fica apenas no container – que tem vários dispositivos de segurança, não havendo vazamento para o exterior.
No entanto, esses dispositivos nem sempre funcionam, como ocorreu em Fukushima.
Como terremoto, três dos reatores foram desligados. Mas o tremor também interrompeu o fluxo de água responsável pelo resfriamento.
Geradores a diesel foram instalados para fornecer energia em situações como essa. Mas eles pararam de funcionar depois de uma hora, por razões ainda desconhecidas.
Dúvidas
Aliás, o incidente todo envolve mais questões do que resposta.
Um paralelo com acidente nuclear americano de 1979 sugere que algumas das dúvidas serão solucionadas em breve, enquanto outras podem demorar meses e até anos para vir à tona.
A longo prazo, Fukushima traz questões mais amplas, a serem respondidas dentro e fora do Japão.
Se levarmos em conta que outras usinas nucleares japonesas já foram atingidas por terremotos, é questionável se elas devem ser construídas na costa leste, logo ao lado de uma zona sísmica ativa.
E se lembrarmos que o acidente nuclear nos EUA pôs fim à construção de reatores no país, qual o impacto de Fukushima em uma era em que muitos países – como a Grã-Bretanha, estão considerando investir novamente na indústria nuclear?

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A manifestação «Geração à Rasca» que teve lugar, este sábado, em Lisboa e um pouco por todo o País foi motivo de interesse do jornal britânico Financial Times, que noticiou a iniciativa, efectuando, inclusivamente, uma entrevista a uma jovem portuguesa que foi dando conta das motivações dos envolvidos na manifestação.

«Chamam-se a si próprios a geração à rasca, diplomados universitários com idades entre os 21 e os 30 anos que estão desesperados por começar uma carreira, ganhar um salário fixo e abandonar a casa dos pais», pode ler-se no artigo redigido pelo correspondente do Financial Times na cidade de Lisboa.

«O único trabalho que conseguimos é experiência de trabalho», diz a jovem de 29 anos entrevista pelo Financial Times, acrescentando ao jornal britânico que «as lutas de jovens na Tunísia, no Egipto e na Líbia ajudaram-nos a abrir os olhos».

Ao Financial Times, a jovem sublinha que não se pretende provocar uma revolução através das manifestações, apenas ter uma vida melhor.

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Último balanço oficial informa que terremoto e tsunami no Japão deixaram ao menos 686 vítimas fatais.

Um dia após o terremoto seguido de tsunami que devastou a costa leste do Japão, o governo lançou uma grande operação de resgate e ajuda humanitária nas áreas mais afetadas. O último balanço oficial divulgado pelo governo informou que a tragédia deixou pelo menos 686 mortos, mas o porta-voz do governo afirma que o número de vítimas fatais pode passar de mil.
"Baseado nos casos reportados (e não confirmados) até agora, estimamos que mais de mil pessoas tenham perdido suas vidas", afirmou o porta-voz Yukio Edano. "Infelizmente, o número pode aumentar ainda mais, considerando a dificuldade de avaliar a extensão total dos danos."
Não há um número oficial de desaparecidos, mas a TV japonesa afirmou que 10 mil pessoas estão desaparecidas apenas na cidade portuária de Minamisanriku. O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, disse que cerca de três mil foram resgatados com vida.
Segundo o governo japonês, milhares de militares foram mobilizados para participar das operações, além de 300 aviões e 40 navios.
O premiê participou de reuniões de emergência na manhã deste sábado (horário local) e deve seguir para as áreas do desastre, inclusive para as usinas nucleares em estado de alerta. "Nosso governo fará todos os esforços possíveis para assegurar a integridade e segurança das pessoas e também minimizar os estragos causados pelo terremoto", disse o premiê.
O sábado ainda deve revelar toda a extensão dos danos causados pelo tremor seguido de tsunami de ao menos sete metros de altura que varreu vilarejos e cidades.
A imprensa japonesa teme um grande número de mortos na ilha de Honshu, na costa nordeste do país, onde ondas gigantescas destruíram mais de 3.000 casas. Segundo autoridades, cerca de 1.800 casas foram destruídas em Minamisoma, e 1.200 na cidade de Sendai, a mais próxima do epicentro do terremoto.
Na pequena cidade de Ofunato, mais ao norte, 300 casas foram destruídas ou arrastadas. Mais de 80 incêndios atingiam os arredores de Tóquio e as prefeituras de Iwate, Miyagi, Akita e Fukushima, informou a Kyodo, com base em informações do Departamento de Bombeiros.

Soldados continuam trabalho de resgate um dia após o terremoto seguido de tsunami no Japão
 

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Destruição dificulta resgate e ajuda humanitária, enquanto problema em usina cria tensão sobre possível ameaça nuclear.

O governo do Japão mobilizou milhares de militares e bombeiros na busca por sobreviventes do terremoto seguido de tsunami que devastou a costa noroeste na sexta-feira. Operações de resgate aconteceram durante todo o sábado e seguem madrugada adentro (no horário local) em cidades onde o cenário é impressionante: prédios destruídos, árvores caídas e ruas tomadas por lama, carros, barcos e até pequenos aviões.
No sábado, equipes de resgate usaram botes para passar por áreas inundadas, buscando sobreviventes em um mar de destroços. Segundo autoridades, a maior parte das mais de 600 mortes registradas até agora foi causada por afogamento, após ondas gigantes arrastarem carros e casas nas cidades costeiras.

Foto: Reuters
Forças de Segurança retiram moradores ilhados, Ishomaki, após o terremoto e o tsunami que atingiram a cidade
"O tsunami foi incrivelmente rápido", disse Kpichi Takairi, 34 anos, morador da cidade de Sendai, a mais próxima do epicentro do terremoto e uma das mais afetadas pelas ondas gigantes. "Carros eram arrastados à minha volta. Tudo o que pude fazer foi ficar sentado no meu caminhão", afirmou, em entrevista à agência Associated Press.
Na tentativa de impedir que o número de vítimas aumente, bombeiros sobrevoam extensas áreas do país em helicópteros tentando controlar incêndios em complexos industriais e casas de madeira.
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou que 50 mil militares atuam nos esforços de resgate e reconstrução. Dezenas de países também ofereceram colaboração nos trabalhos humanitários.

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Usina foi danificada por conta do tremor de magnitude 8,9 na véspera; governo japonês tenta tranquilizar população, mas preocupação persiste.

O acidente nuclear ocorrido neste sábado (12) na central de Fukushima 1, no nordeste do Japão, foi avaliado no nível 4 numa escala que vai até 7, anunciou a Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão.

A explosão na usina foi decorrência do forte terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa do país na véspera, gerando um tsunami devastador e mais de cem fortes réplicas.

A preocupação em relação à possibilidade de contaminação nuclear persiste, apesar de o governo japonês ter tranquilizado a população em relação às consequências do desastre.

Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o acidente em Three Mile Island, nos EUA, em 1979, ficou no nível 5, e o de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, no grau 7 da INES (Escala Internacional de Eventos Nucleares).

Na escala, o nível 0 corresponde à ausência de anomalias, e o 7, a um acidente grave. No nível 4, o envento já pode ser considerado um "acidente".

A explosão que fez com que parte do prédio que comporta o reator número 1 derretesse. No entanto, o governo afirmou que o exterior do reator não foi danificado e pediu que a população local mantenha a calma.

Ainda assim, as autoridades ordenaram a retirada dos habitantes a um raio de 20 km da usina.

O porta-voz do Estado, Yukio Edano, acrescentou que a radiação no local havia "diminuído bastante" após a explosão.

Rússia se previne
O premiê da Rússia, Vladimir Putin, ordenou a verificação dos planos de de emergência na zona oriental russa, em seguida ao incidente na usina, informou a agência de notícias Ria-Novosti.

O primeiro-ministro falou sobre o assunto numa reunião com o titular da Energia Igor Setchine, com o responsável pela agência russa de energia nuclear Rosatom, Serguei Kirienko, e que contou com a participação do vice-ministro das Situações de Emergência, Rouslan Tsalikov.

As autoridades russas, no entanto, mostram-se tranquilas em relação à possibilidade uma ameaça de poluição radioativa.

Mortos
A polícia do Japão elevou neste sábado (12) para 637 o número de mortos vítimas do terremoto de magnitude 8,9 que abalou a coista nordeste do país na véspera, gerando um devastador tsunami, que varreu partes da costa da ilha de Honshu. Também há 653 desaparecidos e 1.040 feridos.O número de vítimas, porém, ainda não é definitivo e pode, de acordo com estimativa do próprio governo, superar os mil mortos. A agência Kyodo fala em 1.700 mortos.

Militares encontraram entre 300 e 400 corpos no porto de Rikuzentakata, informou o Exército neste sábado. Em outra cidade portuária, Minamisanriku, havia cerca de 10 mil desaparecidos, segundo a TV local.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, informou que 50 mil militares se dedicarão aos trabalhos de resgate nas províncias afetadas do nordeste do país.

Cerca de 190 aviões e 25 navios já foram destacados para as tarefas de busca, nas quais forças americanas colaborarão com seus navios para o transporte de efetivos do Exército japonês.

Na província oriental de Iwate, algumas cidades foram varridas do mapa pelo tsunami originado pelo tremor.

Em Sendai, cidade com 1 milhão de habitantes que é capital da província de Miyagi, entre 200 e 300 pessoas se afogaram devido ao tsunami, e seus corpos estavam sendo recuperados, segundo a polícia local.

Segundo a "Kyodo", há pelo menos 3.400 edifícios destruídos no Japão devido ao terremoto, que causou ainda pelo menos 200 incêndios no território japonês.

Sétimo pior da história
O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado no Japão.

Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução.

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O número de mortos no terremoto de magnitude 8,9 chegou a 637 no Japão, de acordo com a polícia.

Segundo autoridades, há 10.653 desaparecidos, sendo 10 mil apenas na cidade portuária de Minamisanriku, uma das atingidas por um tsunami de grandes proporções. Isso representa mais da metade da população da cidade de 17 mil habitantes. A prefeitura da província de Miyagi busca informações sobre os moradores.

Segundo a agência de notícias Kyodo, há 3,4 mil edifícios destruídos no país por conta de tragédia, que ainda causou 200 incêndios.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, deslocou 50 mil militares, 190 aviões e 15 navios para os trabalhos de resgate nas províncias afetadas.

Fonte: http://www.eband.com.br/

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O porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, minimizou os efeitos da explosão ocorrida em uma usina nuclear da província de Fukushima, às 3h36 deste sábado (horário de Brasília). Em entrevista coletiva, Edano garantiu que a explosão não atingiu o reator da usina, conforme informações da operadora Tokyo Electric Power. A usina nuclear Fukushima 1 fica localizada na região de Tohoku, a 80km de Sendai, a área mais devastada pelo terremoto de ontem.
De acordo com porta-voz, a explosão ocorrida um dia após o maior sismo já registrado no país em 140 anos, de 8.9 graus na escala Ritcher, também não danificou o depósito que protege o reator. O problema em Fukushima 1 teria sido em decorrência de uma reação química, segundo informações da rede pública de televisão NHK.
Apesar das tentativas de minizar o temor da população no arquipélago, o primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, decidiu aumentar de 10km para 20km de raio a área de evacuação ao redor da usina nuclear número 1 da cidade, a fim de resguardar a população local.
Escala - O acidente nuclear ocorrido neste sábado na central de Fukushima N°1, no nordeste do Japão, foi avaliado no nível 4, numa escala que vai até 7, anunciou a Agência japonesa de Segurança Nuclear e Industrial.
Para se ter uma ideia, em 1979, o acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, ficou no nível 5 e o de Chernobyl, em 1986, no grau 7.
A classificação 4 qualifica acidentes que não acarretam riscos muito significativos fora do local, segundo documentos da Agência internacional de Energia Atômica (AIEA).
O termo anomalia é utilizado para o nível 1 e, incidente, para os níveis 2 e 3.
O nível 4 é o pior até o momento no Japão, precisou um dirigente da agência.
O reator numéro 1 da central de Fukushima N°1, situado a 250 quilômetros ao norte de Tóquio, teve uma série de problemas (falha no sistema de resfriamento, aumento de pressão), forçando as autoridades a abrir suas válvulas para liberar o excesso de vapor.

Por Bruna Siqueira Campos, da redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

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Cerca de 9,5 mil pessoas, metade da população da localidade de Minamisanriku, na província de Miyagi, continuam desaparecidas na sequência do violento terremoto e do tsunami que se seguiu ocorridos sexta-feira (11) no Japão, segundo informaram as autoridades do país. Minamisanriku tem 17 mil habitantes.
As equipes de socorro, que já resgataram 3 mil moradores, procuram sobreviventes em casas destruídas, águas lamacentas e incêndios provocados pelo sismo de 8,8 graus na escala Richter e pelo consequente tsunami que varreu bairros inteiros ao longo da costa nordeste japonesa.
A cadeia de televisão pública NHK anunciou que 900 pessoas morreram e mais de 700 estão desaparecidas, números que devem aumentar à medida que os trabalhos de resgate avançam.
Além do desastre ter afetado estradas de ferro, rodovias e o transporte marítimo, mais de 23 mil pessoas ficaram bloqueadas no aeroporto de Tóquio. Cerca de 6 milhões de casas, mais de 10% das habitações do país, ficaram sem eletricidade.

Fonte: http://www.parana-online.com.br/

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Na madrugada de quinta para sexta-feira, a costa do Japão foi atingida por um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, um dos mais intensos tremores já registrados no mundo desde 1900.
Horas depois, durante a sexta-feira, três novos tremores de 6,2, 6,1 e 6,6 também abalaram o país, que também sofre com tsunamis – ondas gigantes que invadem a terra firme como resultado dos abalos em alto mar.
O epicentro da primeira atividade foi a costa próxima à província de Miyagi, a 373 quilômetros da capital Tóquio. Até agora, especula-se que haja mais de mil mortos.
Os terremotos ocorrem devido ao movimento das placas tectônicas do planeta. Este, registrado no Japão, deve entrar na lista dos mais violentos. Confira abaixo quais são, por enquanto, os 10 maiores terremotos já registrados* desde 1900.
1- 9.5 graus de Magnitude. Chile – 22 de Maio de 1960: 1.655 mortos, 3000 feridos, dois milhões de desabrigados e US$500 milhões de prejuízo ao país.

Chile – 22 de Maio de 1960
2- 9.2 graus de magnitude. Príncipe William, Alaska – 27 e 28 de março de 1964: 128 mortos (113 no tsunami e 15 no terremoto) e US$311 milhões em prejuízo.

Destruição em uma área residencial de Prince William Sound, Alasca, devido à liquefação causada por um terremoto de 9.2 graus de magnitude, em 1964 (Foto: NGDC)
3- 9.1 graus de magnitude. Costa Oeste do norte de Sumatra – 26 de dezembro de 2004: 227.898 mortos e 1,7 milhão de desabrigados no terremoto e tsunami que atingiu 14 países do sul da Ásia e leste da África.
4- 9.0 graus de magnitude. Península de Kamchatka, Rússia – 11 de abril de 1952:  gerou mais de US$1 milhão em prejuízos no Havaí.
5- 8.8 graus de Magnitude. Costa de Maule, Chile – 27 de fevereiro de 2010: pelo menos 521 mortos, 56 desaparecidos, 12 mil feridos, 800 mil desabrigados e 370 mil casas, 4.013 escolas e 79 hospitais danificados.
6- 8.8 graus de magnitude. Equador- 31 de janeiro de 1906 – entre 500 e 1500 mortos.
7- 8.7 graus de Magnitude. Alasca – 4 de fevereiro de 1965: causou prejuízos de US$10 mil.
8- 8.6 graus de magnitude. Norte de Sumatra, Indonésia – 28 de março de 2005: pelo menos 1400 mortos.
9- 8.6 graus de magnitude. Assam, Tibete – 15 de agosto de 1950: pelo menos 780 mortos e 70 vilas destruídas.
10-  8.6 graus de magnitude. Ilhas Andreanof, Alaska – 9 de março de 1957: abriu uma cratera de 4,5 metros e despertou um vulcão adormecido a 200 anos.

Fonte: http://www.arcatinet.com/

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Tóquio - A preocupação era grande neste sábado no Japão, após uma explosão de madrugada, hora de Brasília, no reator Nº1 da usina nuclear de Fukushima Nº1, situada a 250 km ao norte de Tóquio.
O fato aconteceu no dia seguinte ao terremoto de magnitude 8,9, seguido por um tsunami, que devastou o nordeste do país, deixando pelo menos 1.700 mortos e desaparecidos.
Pobre em recursos naturais, o Japão supre suas necessidades energéticas com um vasto parque de usinas nucleares, que as autoridades sempre afirmaram estarem capacitadas para aguentar terremotos.
A explosão aconteceu às 15H36, hora local (03H36 de Brasília) na usina nuclear de Fukushima N°1 (nordeste).
Vários funcionários ficaram feridos, informou a televisão pública NHK.
Os problemas começaram após o forte sismo de sexta-feira. O reator superaqueceu e militares da força aérea americana chegaram a vir em ajuda, levando líquido de resfriamento para o local durante a madrugada deste sábado.
Antes disso, companhia elétrica que administra a instalação, a Tokyo Electric Power (Tepco), recebeu instruções de abrir as válvulas do reator para soltar o vapor radioativo e baixar a pressão interna, que estava particularmente elevada.
Um nível radioativo mil vezes superior ao normal foi detectado pela manhã na sala de controle do reator Nº1 da usina Fukushima 1 e o primeiro-ministro japonês Naoto Kan ordenou a evacuação da população num raio de 20 km da estação.
A Agência de Segurança Nuclear e Industrial informou que uma fusão poderia estar se produzindo no interior do reator.
Césio radioativo foi, de fato, detectado ao redor da central, o que pode comprovar a ocorrência de tal fenômeno, segundo um especialista.
A oposição contra a indústria nuclear é forte no Japão. A cada ano, milhares de pessoas se reúnem para relembrar as vítimas das duas bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945.
Mas, ante a pobreza de recursos naturais do arquipélago, a energia nuclear civil é considerada um mal necessário. São mais de 50 reatores espalhados pela costa do Japão, suprindo 30% das necessidades elétricas do país.
Esses reatores foram construídos para suportar os tremores sísmicos e parar automaticamente em caso de um abalo muito forte. Onze deles, situados nas zonas mais atingidas pelo terremoto de ontem, pararam automaticamente.
Uma outra usina nuclear da região, a Fukushima N°2, também registrou problemas no sistema de resfriamento de quatro reatores. A Tepco adotou também medidas de prevenção, com a população sendo retirada das proximidades.
Antes de tomarem conhecimento destes incidentes, os japoneses constataram, de madrugada, um espetáculo de desolação.
"Foi o mais importante tremor desde a era Meiji (1868 a 1912) e muita gente deve ter morrido", declarou o porta-voz do governo.
Segundo o Greenpeace, os danos causados vão mergulhar o Japão "em uma crise nuclear de consequências potencialmente devastadoras".
Se uma fusão ocorrer dentro do reator, "há possibilidade de uma maior dispersão de radioatividade no meio ambiente", informou James Acton, físico que examinou a usina de Kashiwazaki-Kariwa após o terremoto de 2007.
Se isso acontecer, "existe o risco de câncer em longo prazo e este é o principal perigo", declarou à CNN.
Em meio a este cenário, o exército japonês encontrou entre 300 a 400 corpos no porto de Rikuzentakata, que se somam aos entre 200 e 300 cadáveres descobertos numa praia de Sendai (nordeste, prefeitura de Miyagi) depois da passagem da imensa onda de mais de 10 metros.
Uma operação maciça de socorro está sendo realizada com o auxílio de 50.000 soldados e voluntários, apoiados por 190 aviões e dezenas de navios nas zonas sinistradas do litoral do Pacífico.
Segundo a polícia, 215.000 pessoas foram levadas a abrigos no Norte e no Leste do país. Segundo a agência de notícias Kyodo, mais de 3.400 casas foram destruídas.
Pelo menos 5,6 milhões de lares ainda estão sem eletricidade. Milhares de pessoas estão privadas de água potável.
As Forças de Autodefesa (FAD, nome oficial do exército nipônico) mobilizavam-se para organizar o socorro.
O exército americano ofereceu ajuda para o transporte de soldados e veículos, enquanto que navios da 7a Frota devem participar das operações de busca no mar, ao lado da marinha nipônica.
O terremoto, de magnitude 8,9, foi registrado na sexta-feira, às 14H46, hora local (02H46 de Brasília) a 24,4 quilômetros de profundidade e a uma centena de quilômetros ao longo da prefeitura (Estado) de Miyagi.
As primeiras equipes de socorro estão sendo esperadas para as próximas horas e são provenientes de Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos.

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TÓQUIO - Há apenas dois meses em Tóquio, o embaixador do Brasil no Japão, Marcos Bezerra Abott Galvão, viveu hoje o pior terremoto da história recente do país. Os tremores registraram 8,9 graus na escala Richter. Segundo ele, a sensação é “estranhíssima”. Mas Galvão afirmou à Agência Brasil que está mais tranquilo ao saber que não há registros de vítimas entre os 254 mil brasileiros que moram em território japonês.
Por via das dúvidas, o embaixador determinou que todos os funcionários da Embaixada do Brasil no Japão mantenham um plantão de emergência para o atendimento à comunidade brasileira e às famílias de quem vive em cidades japonesas. Galvão afirmou ter recebido apoio do Ministério das Relações Exteriores do Japão para ajudar no que for necessário. De acordo com ele, a tranquilidade dos japoneses em lidar com o assunto é extraordinária.
A seguir, os principais trechos da entrevista do embaixador à Agência Brasil:
Agência Brasil – Como está a situação agora no Japão?
Marcos Bezerra Abott Galvão - Houve um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, considerado de grande intensidade até para os padrões japoneses cujo limite é de 7 graus, seguido de um maremoto. Foi uma sequência de abalos muito forte e de uma força extraordinária e quase incompreensível. Algo sem precedentes no Japão que constantemente passa por tremores. O último boletim aponta para 36 mortos, 43 desaparecidos e 132 feridos. Em qualquer outro lugar do mundo certamente os dados seriam mais assustadores porque há toda uma estrutura preparada para os terremotos. Há cerca de uma hora não se sentem mais abalos sísmicos por aqui.
ABr – Qual é a sensação que se tem de viver um terremoto dessa magnitude?
Galvão – Eu estava saindo da residência oficial para um compromisso [o terremoto ocorreu por volta das 14h46, horário de Tóquio] quando houve o terremoto. É uma sensação estranhíssima. A gente sente a terra tremer inteira com uma força sem igual. Isso tudo com um barulho imenso, uma espécie de ronco, que brota da terra. Mas também é extraordinário observar como os japoneses, a sociedade e as autoridades lidam com tudo com tranquilidade.
ABr – Há uma preocupação com os brasileiros que moram no Japão, uma vez que a comunidade é imensa. Como eles estão?
Galvão – Há 254 mil brasileiros morando hoje no Japão. Nós, na embaixada, e os três consulados estamos em contato permanente com a comunidade, e não há informações de vítimas. Isso porque o terremoto e o maremoto ocorreram em uma região onde há poucos brasileiros – no Nordeste do Japão. A concentração da comunidade brasileira é no Sul do país.
ABr – Há um temor no Brasil por causa das informações de falta de comunicação e problemas no Japão em decorrência do terremoto, como ficam os parentes que querem ter notícias de quem vive em território japonês?
Galvão – Nós, na embaixada em Tóquio, estamos em regime de plantão de emergência para prestar esclarecimentos e informações. Vamos passar a noite aqui na embaixada. Até porque há problemas na comunicação por telefone e internet em várias regiões do país. O metrô, os trens e os aviões não funcionam. Os aeroportos estão fechados. Por isso estamos aqui.
ABr – As autoridades japonesas estão prestando algum apoio à Embaixada do Brasil no Japão?
Galvão – Sim. Logo após o terremoto, o Ministério das Relações Exteriores do Japão entrou em contado com a embaixada para se colocar à disposição. Houve perguntas sobre a comunidade brasileira, os funcionários e mais o estado geral dos edifícios da embaixada e dos consulados. Por sorte, não houve danos. Também há disposição do governo japonês em fornecer informações sobre eventuais brasileiros vítimas do terremoto.
ABr – O senhor já falou com o chanceler Antonio Patriota e o Itamaraty. Quais são as orientações do Brasil?
Galvão – As orientações são muito claras: estar à disposição da comunidade brasileira e das famílias de quem mora no Japão. A ideia é manter na embaixada o regime de plantão de emergência para prestar informações e esclarecimentos.

 

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